IDAF – ACRE
Instituto de Defesa Agropecuária
e Florestal do Estado do Acre
DEFINIÇÃO
O Instituto de Defesa Agropecuária
e Florestal do Estado do Acre é uma
AUTARQUIA com personalidade jurídica
de direito público, com autonomia administrativa
e financeira com atuação em
todo o Estado do Acre, sendo supervisionada
pela Secretaria de Estado de Planejamento
e Desenvolvimento Econômico Sustentável.
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CRIAÇÃO
Criado através da Lei nº 1.478
de 15 de janeiro de 2003, publicada no Diário
Oficial nº 8.459, de 22 de janeiro de
2003, que define sua competência e organização
básica e contempla uma maior independência
e autonomia administrativa.
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MISSÃO
Garantir que a produção animal
e vegetal do Estado do Acre obtenham padrões
de qualidade que assegure a saúde pública
e a efetiva participação no
mercado verde, através da promoção
em manutenção zoofitossanitária.
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OBJETIVO
Executar os programas de sanidade animal e
vegetal, contribuindo para o desenvolvimento
do setor agroprodutivo do Estado do Acre,
preservando a saúde e o meio ambiente,
buscando saídas sustentáveis
para verticalizar os sistemas produtivos,
tendo como resultado a poupança da
conversão de novas áreas de
vegetação nativa, economia de
recursos naturais e o aumento da rentabilidade
para os produtores.
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PARTICIPAÇÃO
DO BID
Está inserido no Componente Apoio e
Promoção do Desenvolvimento
Produtivo Sustentável e Emprego no
sub-componente Defesa e Inspeção
Sanitária.
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CONSTRUÇÕES
No sentido de promover a garantia de qualidade
dos produtos de origem animal e vegetal, o
BID junto ao Governo do Estado do Acre, financia
a construção e o aparelhamento
dos laboratórios de Defesa e Inspeção
Sanitária Animal e Vegetal e a construção
do escritório central do IDAF, localizada
na Rodovia Chico Mendes, Km 05, que passa
a fazer parte de um complexo, visando à
condição de ampliação
e desenvolvimento nas áreas da saúde
animal e vegetal.
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MATERIAL
DE USO PERMANENTE
A aquisição de equipamentos
eletro-eletrônicos com a finalidade
de equipar os escritórios nas Unidades
Locais de Sanidade Animal e Vegetal - ULSAV’s,
para melhorar o atendimento ao público
alvo do IDAF. A instalação de
uma mini-biofábrica de Baculovírus,
que tem como função o combate
biológico do mandarová da mandioca
na região do Juruá. Um Microscópio
Biológico Trinocular, destinado ao
Programa de Controle e Monitoramento da Sigatoka
Negra na cultura da banana, realizado em parceria
com a Embrapa e a SFA/AC.
Bem como a aquisição de softwares
para o desenvolvimento de projetos de banco
de dados de aplicativos para a implantação
do Sistema de Informações de
Defesa Agropecuária e Florestal SISDAF.
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TREINAMENTOS
E ATUALIZAÇÕES
Foi contratada uma empresa especializada em
apoio logístico para dar suporte a
realização dos Cursos de Capacitação
e Atualização em Febre Aftosa
e Emergência Zoossanitária e
Curso de Atualização Técnica
em Educação Sanitária,
para os Médicos Veterinários,
Engenheiros Agrônomos e Técnicos
em Agropecuária do IDAF.
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SITUAÇÃO
ATUAL
Desde 1976 quando o Estado do Acre implantou
o programa nacional de saúde animal,
até o ano de 1999 os progressos para
a erradicação da Febre Aftosa
não alcançaram os objetivos
desejados, sempre ocorria presença
de focos da doença ao logo dos anos,
sendo o último registro em junho de
1999.
Com a vontade política e o comprometimento
do Governador Jorge Viana, os serviços
de defesa e inspeção sanitária
foram intensificados e não mais ocorreram
casos de febre aftosa no Acre até a
presente data.
O
IDAF em 2 anos de 2003 a 2005 apresentou resultados
importantes, recebemos em maio de 2005, outorgado
pela Organização Mundial de
Sanidade Animal (OIE), em Paris, o certificado
de Zona Livre de Febre Aftosa, adquirindo
o respeito mundial pelos serviços desenvolvidos
em prol da sanidade dos animais, uma aspiração
de todo os sistema agro produtivo acreano.
Hoje os investimentos do IDAF com insumos
e serviços, ultrapassam cinco milhões
de Reais/ano. Nos serviços de vigilância
e fiscalização de trânsito
em barreiras sanitárias foram empregados
recursos financeiros na ordem de um milhão
de Reais em 2004.
Ressalte-se que, na impossibilidade de atender
simultaneamente todos os problemas sanitários,
optamos por uma política sanitária
modular, de implantação progressiva
de programas prioritários, cuja implementação
vai oferecendo infra-estrutura para o atendimento
de outras prioridades até a consolidação
definitiva do sistema unificado de sanidade
animal e vegetal.
Resolução
da OIE
(Organização Mundial de Saúde
Animal)
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SITUAÇÃO
DESEJADA
A
qualidade genética do rebanho bovino,
o Acre pode ser um importante exportador de
reprodutores puro de raça nelore, de
alto valor agregado para os países
da América Latina, em face de sua localização
e do grande potencial que a pecuária
possui para grande parte dessa região,
como elemento de agregação de
valores à produção, permitindo
a verticalização da produção
como elemento de conservação
das florestas. Para tanto há que se
alicerçar e certificar, as garantias
sanitárias requeridas por esses países
potenciais importadores.
O IDAF num curto espaço de tempo tem
apresentado resultados importantes, o Certificado
de Zona Livre da Febre Aftosa com vacinação,
expedido pela Organização Mundial
de Sanidade Animal - OIE que o Estado do Acre
recebeu e o respeito mundial pelos serviços
desenvolvidos em prol da sanidade dos animais
e dos vegetais. Hoje as despesas com insumos
e serviços, ultrapassam cinco milhões
de Reais/ano. Os investimentos nos serviços
de vigilância de barreiras chegam a
ser mais de um milhão de Reais/ano.
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DESAFIOS
Aliada a qualidade genética do rebanho
bovino, o Acre pode ser um importante exportador
de animais, produtos, subprodutos e derivados,
de alto valor agregado para os países
da América Latina, em face de sua localização
e do grande potencial que a pecuária
possui para grande parte dessa região,
como elemento de agregação de
valores à produção, permitindo
a verticalização da produção
como elemento de conservação
das florestas. Para tanto há que se
alicerçar e certificar, oferecendo
as garantias sanitárias requeridas
por esses países potenciais importadores.
Preconizamos uma política de qualidade
que inicia-se com diretrizes definidas de
acordo com os objetivos dos programas e demandas
do público externo. O sistema contempla
a qualidade sanitária dos rebanhos,
e culturas dos correspondentes produtos e
do ambiente. Com base na identificação
das demandas, propusemos um modelo de gestão
de qualidade, com planos e metas, contemplando:
atividades, objetivos, papel do governo e
indicadores.
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