CAPA
Viver de Oração
Preto no Branco
Navegar é preciso
Taocá
Tempo a carroça
Amazônia
Um discurso "reciclado"
História das Margens
O velho e o rio
Ensaio Fotográfico
Dalmir Ferreira
Entrevista
A rua é o meu lugar
Conto
Cantam os galos
Poesia
Nobreza
pirilâmpagos

No palco ou em praça pública, corpos se movem, se agitam, se contorcem, a platéia, ora muda, às vezes gargalha, e as luzes acompanham o vai e vem da história, que é minha, que é sua, que é de todos nós, na metamorfose do cotidiano, a tragédia, a fábula, a comédia, no começo e no fim, o Teatro, e uma linguagem própria que transcende o dito.