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Considerado município histórico por ter sediado no início do século repartições boliviana (Puerto Alonso) e brasileira (Porto Acre) e ainda por servir de palco para sangrentas batalhas que culminaram com a incorporação do território acreano à nação brasileira.
Seu povoamento processou-se ao longo do Rio Acre que servia de rota para a marcha de ocupação e também por ser, à época, a única via de circulação para pessoas e mercadorias.
Essa faixa de terra propiciou ampla produção aos moradores ribeirinhos com o cultivo do caju, da melancia, da banana, das hortaliças e de outras culturas de subsistência.
A atividade produtiva do município, em sua maior parte, é gerada pela agricultura e pelo extrativismo vegetal. Nessa área destaca-se a atuação das cooperativas e das associações de produtores rurais, com ênfase à participação do polo hortifrutigranjeiro Pad. Humaitá como referência para outras regiões.
O município faz limites com o Estado do Amazonas e com os municípios de Rio Branco, Senador Guiomard e Bujari com quem mantêm considerável intercâmbio, e fronteira com a Bolívia.
É ligado a Rio Branco através da Rodovia AC-010, distando 57 Km da capital.

 

ASPECTOS GEOGRÁFICOS

ÁREA

POPULAÇÃO

DENSIDADE DEMOGRÁFICA (hab/km2) = 2,72

 

DATAS FESTIVAS

 

SERVIÇOS DE TRANSPORTE

 

COMUNICAÇÕES

 

PODER EXECUTIVO

 

PODER LEGISLATIVO

 

VEREADORES

 

ORGANISMOS NÃO-GOVERNAMENTAIS NÃO REGISTRADOS NA JUNTA COMERCIAL DO ACRE